sábado, 16 de março de 2013

somerville kitchen: Königsberger Turkey Balls

somerville kitchen: Königsberger Turkey Balls: A blog follower adores those German style poached turkey balls in lemon-and-caper sauce.  While I will continue to make them for you my de...

sexta-feira, 15 de março de 2013

Death Valley

O Death Valley vale a pena ser conhecido quando se faz uma viagem a Califórnia e Las Vegas.
Atravessamos o Death Valley saindo de Las Vegas em direção a Lake Tahoe ( com uma paradinha em Mammoth Lakes). Como nosso objetivo seria atingir a US 395, optamos por atravessá-lo. A viagem foi feita no mês de janeiro, o que nos permitiu experimentar todas as estações climáticas nesse trajeto.Mapa detalhado do trajeto

Nosso costume é usar GPS como uma ferramenta de orientação que nos permite algumas certificações. Apesar disso, temos uma grande fidelidade aos mapas, uma vez que esses permitem explorar pequenas estradas onde as belezas naturais estão mais ao alcance dos olhos. Nos EUA os mapas da American Map Corporation são muito bons e alguns atlas trazem inclusive mapas de algumas cidades.










Saímos de Las Vegas pela US 95 até Beatty ao norte, entrando na estrada provincial 374 até chegar na provincial 190. Essa estrada foi a nossa companheira até o Owens Lake e US 395.












Ticket para transitar
Na entrada do Death Valley, na beira da estrada, há um quiosque eletrônico onde se paga uma taxa (tipo pedágio) para transitar por este vale que é uma reserva nacional.











Caminhão antigo Stovepipe Wells


Stovepipe Wells fica no meio do caminho, possui um restaurante e posto de combustíveis, e é um local agradável para uma parada.







Parada para ver o Vale




Montanhas e deserto esta estrada percorre até chegar no belo Owens Lake com suas montanhas
coloridas com a neve pelo outro lado da US 395. Percorremos ao lado do Owens Lake pela estrada provincial 136 até a cidade de Lone Pine que foi nossa entrada na US 395. Por ela chegamos no final da tarde em Mammoth Lakes.






US 395

segunda-feira, 4 de março de 2013

Rouen - Os últimos dias de Joana d'Arc





Local onde a Donzela de Orléans foi queimada é uma cidade de construções típicas da Normandia. Há uma mescla cultural francesa com a inglesa, devido aos anos que este território era dominado pelos ingleses. Localizando-se um pouco mais de uma hora de Paris, tanto de trem (Gare Saint-Lazare) como de carro.

A  vantagem de ir de carro se deve ao fato de poder acompanhar o rio Sena na direção norte em boa parte da viagem. Isto dá a oportunidade de paradas durante o percurso através de estradas secundárias. Uma boa idéia é sair da estrada A13 ( para quem for de carro ) e acompanhar pelas estradas pequenas até o destino.



 Napoleão - Hotel de Ville
Estacionar é fácil,devidos aos inúmeros "Parking" bem sinalizados na cidade. Uma boa opção é o Parking do Hotel de Ville que fica na praça de mesmo nome, na frente da estátua de Napoleão. Nesta mesma localização está a Abadia de Saint Ouen.


Abadia de Saint Ouen








Outro exemplo da era gótica junto com a Abadia de Saint Ouen é representada pela belíssima catedral da cidade que é bem conhecida pois foi retratada por 31 pinturas, por Monet, espalhadas por vários museus. Uma representação da Catedral de Notre-Dame de Rouen pode ser vista no Museu d'Orsay ou já bem conhecida em réplicas de sua fachada em alguma cópia. A fachada foi pintada 31 vezes, em diversas cores retratando as diferentes características, baseadas de acordo com a iluminação da luz solar, em diferentes horários.



Vitral da Catedral de Rouen




Place du Vieux-Marché
A Place du Vieux-Marché (Velho Mercado) é o local onde ela foi queimada. Foi construída uma igreja moderna no local do Velho Mercado, muito feia por sinal, exatamente no local onde foi construída a fogueira. Uma pena aquela igreja, construída neste histórico local. Alem de destoar em mal gosto, ofusca as belezas das costruções antigas ao seu redor. Nesta praça está o restaurante mais antigo da França. Fundado em 1345, o La Courrone com seus três andares permanece como uma boa opção gastronômica típica.









 O velho relógio construído em 1429 cuja rua de Gros Horloge, já mencionada, passa embaixo dele, mostra as fases da lua, as horas e os dias de semana. Este relógio foi muito útil para os agricultores da época em que foi construído.









rue du Gros Horloge e Catedral ao fundo






Pela rue du Gros Horloge ao passarmos por baixo da torre do relógio já podemos visualizar esta beleza gótica que a catedral representa.











A região medieval da cidade merece ser visitada, onde as ruas estreitas nos remetem à época das carruagens e armaduras. Caminhar pelas rua Damiette até a rue Eau de Robec, vale a pena ver as antiguidades e o pequeno canal nesta rua.


Homenagem a Monet




A gastronomia normanda é famosa por suas carnes e derivados do leite. A gastronomia normanda é extremamente rica. Famosa por seus queijos, como o Camembert, o Pont l’Evêque, o Neufchâtel ou o Livarot e também pelos seus produtos à base de manteiga, creme ou mesmo maçãs, como a sidra, ou o digestivo chamado Calvados. O queijo Camembert e sua história.




















terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O subliminar Crème Brûlèe da Amèlie Poulain



Embora tenha assistido o filme 2 vezes, uma cena marcante sempre foi a colher de Amélie quebrando a crosta caramelada de seu creme de ovos que me chamou a atenção. Sempre foi difícil entender como este creme servido como sobremesa ou como um acompanhamento de um café, sempre faz sucesso na França. Após visitar o Les Deux Moulins ( 15  rue Lepic, 75018, Paris) entendi a magia deste doce.A inocência ou até mesmo a beleza do pequeno ato da crosta sendo quebrada nos mostra que na vida estes pequenos momentos são os que nos alimentam e nos dão prazer. As pessoas, os locais e a curtição do momento que são importantes. Para alguns um simples mingauzinho. Talvez eu ganhe ficando com o pensamento da  Amélie com o seu Crème que para alguns poderia ser um simples mingau.








Sob este pensamento fui convencido a procurar o Cafe 2 Moulins para experimentar o tal Crème e já na entrada fiquei impressionado. Uma  cortina vermelha separa a rua de seu interior dando um clima cinematográfico e após se tem a visão do mesmo balcão do filme. Uma garçonete prestativa e simpática vem ao encontro, o que não é tão frequente em Paris, e logo acomoda os clientes. O ambiente é frequentado por poucos turistas, namorados e parisienses com seu computador ou para ler jornais. O funcionamento do Cafe, o entra e sai lembra muito o filme.




Para os aficcionados o duende está na porta do banheiro. O Crème Brûlèe é igual a outros que já provei porém um gosto de um momento ímpar para cada um.






A receita do creme está aqui . Chique é fazê-lo com um maçarico culinário, mas fica perfeito também se colocarmos o açúcar caramelizado após o creme ter esfriado. O efeito é o mesmo e podemos escolher a espessura da crosta.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Fiera di Saint'Orso - Aosta








Feira milenar que neste ano de 2013 teve sua 1013 realização acontece na cidade de Aosta nos dias 30 e 31 de janeiro. É uma feira onde o artesanato local e a culinária são os ingredientes. Muita música acompanha a festa durante a noite. É uma demonstração dos residentes da colônia e montanhas deste vale que se situa na Itália ao pé dos alpes quase na fronteira com a França.



O Vale D'Aosta é localizado no norte da Itália e é a menor região do país. Faz fronteira com a França e a Suíça. Possui as mais altas e espetaculares montanhas entre o Monte Rosa e o famoso Mont Blanc. Este vale pode ser alcançado desde Turim ou pela França através do túnel que atravessa o Mont Blanc.
Mont Blanc


A característica gastronômica é a polenta que é feita em um tacho de ferro e é servida durante todo o dia, acompanhada de carne de frango ou de porco.







 É também uma região vinícola. Para os amantes de um bom vinho se pode apreciar tinto da uva "Petit Rouge" e o branco Morgex (Blanc de Morgex).



Queijo com mosto de uva da região


 Estas são as uvas predominantes dos vinhedos da região que é considerado o menor da Itália porém o mais alto da Europa.

Queijos, salames, produtos da azeitona e mel são característicos da região também.








sábado, 1 de dezembro de 2012

"El Mercado y el Predio Gris"






Sempre que vamos escrever sobre alguma coisa, ou até mesmo sonhar, algo acendeu o estopim desta idéia. Estávamos sentados no terraço do Don Boutique Hotel, em Montevideo, no final da tarde de um sábado, eu e a mulher, que me acompanha desde os meus quinze anos (Tica para os íntimos e para os não íntimos) olhando para o porto de Montevideo e o telhado do Mercado, quando o proprietário do hotel veio conversar conosco. Naquele momento o reconheci como sendo da família proprietária do Restaurante "El Palenque". O interessante que um dos propósitos de nossa viagem foi para degustar o "cochinillo" do seu restaurante. Não perguntei seu nome nem ele perguntou o meu .
Nós conversamos por mais de meia hora sobre vários assuntos relacionados a cidade,  porém o que me marcou foi uma certa melancolia em suas palavras. Atribuí aos relatos sobre o descaso dos governantes com esta região tão apreciada pelos turistas e também pelos moradores locais. Depois de nossa conversa, parei para analisar a conversa e a região.



O Mercado, por demais conhecido, sempre cheio de turistas alegres nos finais de semana. Restaurantes cheios e com as comidas típicas que conhecemos. Movimentado até os finais de tarde, como foi naquele final de turno em que tive a conversa que relatei. O descaso com o Mercado e o Porto está bem demonstrado no lindo prédio da Aduana no outro lado da rua. Denominado pelo meu colega de conversa como "Predio Gris". Este lindo prédio foi terminado na década de trinta, mas a história da Aduana nos remete aos idos de 1779, que foi instalada para regularizar o comércio entre a Espanha e sua colônia.  Cinza pelo descaso, cinza por nunca ter sido lavado ou pintado.Cinza em homenagem a obscuridade dos governos militares que se sucederam em nossos países e também por estes de agora que ajudam tão pouco a iniciativa privada. Concordo com suas afirmativas, e observei realmente que é uma região de pouco policiamento, não há auxílio governamental para novas instalações comerciais.Um abandono de prédios históricos e lindíssimos que ali se encontram deteriorando-se pela ação do tempo. 


Resolvi então caminhar pela região fora do horário do congestionamento dos turistas. Em dois dias observei o Mercado bem cedo, antes da fumaça aparecer nas chaminés de suas Parrillas. Entrei para observar, praticamente junto com os funcionários preparando as mesas e os assados. Ali percebi a verdadeira alegria do local, povoado pelos locais, sem a influência do Medio a Medio. As empanadas (receita)  sendo feitas na rua lateral, os carregadores entregando carnes e peixes, os mozos estendendo a primeira toalha do dia com uma alegria como se fosse um "debut".












Fora do mercado, também cedo encontrei moradores com seu mate, as fruteiras açougues, panaderias e confeitarias sendo abertas. Todo este glamour na beira do Rio da Prata muitas vezes não é visto porque aquela região só é lembrada como passagem turística. Lembrada pelas Parrilladas. Discordo, vale a pena desfrutar com tempo as pequenas coisas e a rotina do lugar. Foram três dias observando apenas esta região desde a abertura e fechamento dos estabelecimentos. 











Voltando ao tema da culinária do prata, saudades da "La Pasiva" da "Plaza Independencia" embaixo do famoso "Palacio Salvo". O simples "pancho comun", com "Panceta"merecem ser degustados. . O "El Fogon" com seus ravioles com "salsa Caruso" e o "super Costillón" também retratam a boa culinária uruguaia, mescla do "Gaucho" e a influência italiana. Nostalgia de uma época não muito distante tanto gastronômica quanto cultural deste país.





Quanto a hospedagem foi nota dez e o escolhemos ao acaso um hotel que ficasse perto do mercado. Recomendo e retornaremos.
Quanto ao cochinillo do "El Palenque" não há superlativos que o graduem. Aproveitem pois não, se arrependerão.
Quanto ao meu colega de conversa, o visitarei em seu restaurante e hotel,de uma maneira anônima,como um turista, porém daquele tipo que nunca viaja com pressa.

Romantische Strasse - Estrada Romântica

   Na postagem anterior fizemos um roteiro vindo de Heidelberg até Tauberbischofen, que é a segunda cidade da Rota Romântica no sentido norte-sul. 
   Vários castelos e cidades fortificadas serão vistos neste percurso.O começo da rota é em Wurzburg e percorre quase 400 km até Füssen. Para ser  bem desfrutada pode ser feita pelo menos em 6 dias. Colocarei uma sugestão de paradas, mas como se trata de um passeio de pura nostalgia, com roteiro gastronômico ímpar, cabe a cada um explorar de sua maneira. Aceitamos sugestões nos comentários e em páginas na lateral do blog.

Sugestão:
   Primeiro dia: WÜRZBURG
 Segundo dia:TAUBERBISCHOFSHEIN - LAUDA-KÖNIGSHOFEN - WEIKERSHEIN
 Terceiro dia:ROTHENBURG OB DER TAUBER
 Quarto dia:curtir a estrada e as cidades até LANDSBERG AM LECH
 Quinto dia:LANDSBERG AM LECH até FÜSSEN
 Sexto dia: FÜSSEN (Castelo de Neuschwanstein)com jantar em INSBRUCK

   Para Würzburg devemos reservar pelo menos cerca de 6 horas ou até mesmo um dia inteiro. Esta cidade que é atravessada pelo rio Meno e onde desponta a  Fortaleza Marienberg também conhecida como a antiga Residência dos Príncipes Obispos (Castelo e Parking). Napoleão utilizou este Castelo em três ocasiões que esteve na cidade. Estes aposentos podem ser visitados. A cidade foi muito destruída na Segunda Guerra Mundial, e o Castelo também quase que totalmente. Durante quase 30 anos foi reconstruída juntamente com  o Castelo. As paisagens vistas desde o rio são inesquecíveis. Vinhedos ao redor do Meno acompanham a estrada em direção a Tauberbischofshein que é uma cidade pequena e também até Lauda-Königshofen que fica logo após. Vale a pena gastar certo tempo na cidade de Weikersheim (Site Oficial) principalmente para visitar seu Castelo cujo jardim lembra os jardins do Palácio de Versailles de Paris. Há um Parking bem perto do Castelo e é bem sinalizado. Além de não esquecermos de visitar as Bodegas (vinícolas) que pode ser feita por passeios guiados ou não. Uma sugestão é Bodega do Castelo.
  A jóia deste passeio é a cidade de Rothenburg ob der Tauber, cidade que mantém todas suas características medievais. Deve ser reservado um dia inteiro para esta cidade e pernoitar 2 noites, pois teremos a oportunidade de apreciarmos dois jantares  típicos desta saborosa comida bávara. Durante o dia os cafés e lojas de fiambres nos saciam. Numa das noites sugiro o joelho de porco do bed and breakfast Gasthof Butz com uma boa cerveja. É imperdível conhecer a loja e museu da Käthe Wohlfahrt para quem gosta de enfeites de natal. Na praça principal (Marktplatz)  ela está localizada assim como o Tourist office da cidade. Podemos contornar quase toda a cidade medieval por cima de sua fortificação, o que proporciona uma linda vista do vale do tio Tauber. Considero uma das cidades mais representativas  e nostálgicas  da Romantische Strasse juntamente com a vista do Castelo de Neuschwanstein, no final desta estrada, em Schwangau. 
  Ao sairmos de Rothenburg ob der Tauber pela manhã podemos usufruir com calma a estrada e fazer uma parada na cidade de Dinkelsbül e também em Nördlingen antes de continuarmos em direção sul até Landsberg am Lech. Em Dinkelsbül observar as 16 torres que fazem parte das muralhas externas da cidade antiga, as casas de fachadas típicas da região franconiana e a Igreja de St. Georg.
 Em Nördlingem, as características medievais se mantém. A "Cidade Velha" é redonda no interior de muralhas que parece que foram traçadas geometricamente. É conhecida pela cidade dos meteoritos, pois foi construída numa região onde, há cerca de 15 milhões de anos caiu um grande meteoro. No  Ries Crater Museum há muita informação sobre este tema. 



  
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